Bem-vindo ao meu Blog!

         Entrevista com o ator Raul Cortez   

         10/01/2006- Jardim Marajoara ( em sua residência). 

         (*) Nelson Valente








NV - Em que ano a sua família chegou em Santo Amaro?

RC - Não sei muito bem. Só sei dizer que eu nasci em Santo Amaro e a minha lembrança

vai até a minha bisavó que já estava aqui há muito tempo. Ela tinha uma chácara muito

grande. Meu avô foi dono de um cartório da região, meu pai e meu tio foram subprefeitos

de Santo Amaro.

NV - Quais são as lembranças da época de sua bisavó?

RC - Nessa época, só me lembro da minha bisavó que morava atrás da Igreja no Largo

13 de maio e eu ia visitá-la sempre. Foi-me contado que na chácara havia cavalos que

eram dela também e charretes que ela alugava para as pessoas irem até a cidade, mas disso eu

não lembro.

NV - Raul, fale sobre sua infância e sua adolescência aqui no bairro de Santo Amaro.

RC - Eu lembro da casinha onde a gente morava na Rua Delmiro Sampaio,

 da casa do meu avô que ficava na Adolfo Pinheiro onde ele tinha o cartório, do Largo

13 de maio onde tinha as Festas do Divino, as quermesses.Lembro das procissões da

Semana Santa que passava em frente a minha casa e tinha uma Verônica que subia num

banquinho e toda de preto cantava e aqueles sons de matracas.Também da boiada, pois

a gente tinha que se recolher porque podia ter um boi meio louco no meio (risos).

Lembro de um porre que eu e a minha irmã tomamos na quermesse na 13 de maio, da minha

primeira namorada que morava perto da minha casa na Azevedo Sampaio.Até hoje eu

tenho um livro que ela me deu de Primeira Comunhão, claro que foi o pai dela que escreveu, o

Oscar Stvenson, mas está o nome dela, Eunice.

NV - Você andava de bonde em Santo Amaro?

RC - Muito, andava sem parar porque era muito divertido.Tinha o Camarão que era um bonde

vermelho, tinha o Minas Gerais, mas o que eu gostava mesmo era o do reboque que

era amarelo. Era muito limpo e organizado e a viagem absolutamente fantástica. Eu lembro

que o bonde passava, as pessoas desciam, subiam e tinha uma placa com os nomes das

estações: Piraquara, Indianópolis, Brooklim, Campo Belo, Alto da Boa Vista.

NV - Durante a sua infância você estudou em Santo Amaro?

RC - Não.O que hoje se diria Pré-Escola, foi feito no Colégio Maria José na Avenida Adolfo

Pinheiro e depois eu fui para o Grupo Paulo Eiró e fiz todo o Curso Primário lá.

NV- Você lembra da sua primeira professora?

RC - Bárbara, uma senhora chamada Bárbara. Eu lembro muito bem e tenho um grande

carinho por ela.

 NV - Você ia ao Cinema?

RC- Eu ia ao cinema São Francisco, o início de todas as matinês. Já desde criança

eu sempre quis ser ator. Via os filmes e proibia minha irmã, que era três anos mais moça

do que eu, de ir comigo ao cinema e depois contava o filme inteiro para ela, representando

(risos). Acho que foi a minha primeira platéia (risos).

NV - E quais eram os filmes que você mais assistia?

RC - O que passasse no domingo matinê. Uns eu gostava, outros menos. Não tinha um

gênero específico. Até hoje eu gosto de ir ao cinema, independente do gênero do filme.

NV -Na sua infância, quais os atores que você mais admirava?

RC - Eu gostava muito do ator que fazia Flash Gordon, o "Buster" Crabbe, pelo fato de ser

um "herói", gostava dos seriados do Zorro e coisas assim, mas sem entender de cinema eu

percebia que aqueles filmes eram muito mal-feitos, uma barbaridade. Já adolescente,

tinha uma outra atriz, Bárbara Stanwyck, que eu gostava demais e Humphrey Bogart.

NV - Você cursou uma faculdade?

RC - Eu fui até o segundo ano de direito. Eu fui ouvinte aqui na PUC e freqüentava a

Faculdade de Direito de Campinas.

NV - Com que idade você iniciou na carreira de ator?

RC - Ah, bem mais tarde. Minha família não queria, era contra. Acho que era uma

reação natural naquele tempo. Hoje em dia é diferente. Então demorei muito, acho que com

uns 23 anos foi que eu comecei.

NV - E você freqüentou Escola de Teatro ou fez teatro amador?

RC - Não, embora tenha tido o meu primeiro contato com o teatro numa escolinha chamada

Escola Livre de Música, que era feita pela Madalena Lino e eu assistia muitas peças de

teatro brasileiro de comédia e freqüentava um bar onde fiquei conhecendo gente de teatro

e fui convidado pelo Rui Afonso para fazer uma peça de teatro amador com um grupo

alemão e eu não estreei como Raul Cortez, estreei como Cristiano Machado que é

meu segundo e terceiro nome.

NV - Quando você começou a fazer telenovela?

RC -Quando as novelas começaram eu era totalmente contra porque vivíamos um momento

político muito importante e eu fazia parte de um movimento de atores que se opunham

frontalmente à telenovela e que fazia teatro político de grande importância. A novela estava

sendo feita justamente para distrair o povo e desviar sua atenção dos acontecimentos

políticos. Eu só vim a fazer novela em 1980, depois que ela já fazia parte do dia a dia do

brasileiro porque eu precisava ser reconhecido como ator, pois o teatro já não estava dando 

nenhum retorno financeiro e também já tinha perdido essa coisa do "doping" que estava

sendo feito à novela como acontece com o futebol e o carnaval, uma coisa de escape para

o povo esquecer o que acontece politicamente no país. Inclusive dei declarações terríveis

dizendo que não era ator que vendia sabonete e até hoje tem uns colegas, atores veteranos, 

que me olham de esquerdo por causa disso (risos).

NV - É fácil fazer teatro, hoje em dia?

RC - Para que o teatro seja feito tem de ter uma vontade política de uma administração

que lhe dê vias econômicas para sua realização. Do jeito que está sendo feito agora, hoje

em dia, é muito difícil.

 
NV -O sistema educacional brasileiro de hoje poderia ser comparado com o do

seu tempo?

RC - Eu acho que não (risos). Ta brincando comigo? Eu aprendi espanhol, francês, inglês na

escola. Não fiz escola de Inglês. Aprendi latim, por exemplo.E tem uma série de matérias que

não existe hoje em dia. Português era Português, a gente aprendia mesmo. Hoje em dia a

gente faz uma pergunta ao jovem e ele não sabe nem escrever. O pior de tudo é que a

escola não desperta a curiosidade nos alunos. Uma pessoa que não é curiosa é terrível.

Você tem de saber o porque das coisas e querer saber mais. Tem de haver essa inquietação

que não é provocada. É provocada  muito pouco nos alunos pelo que me é dado a ter contato.

NV - Como você vê a violência e o tráfico no Rio de Janeiro?

RC - No Rio de Janeiro está terrível, você entra na linha amarela e faz o Nome do Padre

quando entra e o Nome do Padre para agradecer, quando sai. Eu já tive que me agachar

em táxi várias vezes por causa do tiroteio que existe lá. Acontece na linha amarela e em

qualquer lugar do Rio de Janeiro. Então, há uma guerra civil muito grande mesmo, a guerra

está declarada lá e eu não sei o que vai acontecer, porque vão ter que entrar dentro das

favelas e dar um jeito nisso tudo.

NV - Como você analisa a atuação do Governador Geraldo Alckmin frente aos problemas de Segurança Pública em São Paulo?

RC - Olha eu estou há mais de um ano no Rio de Janeiro e venho para cá esporadicamente,

então eu não posso acompanhar o dia a dia dele. Sinto que, hoje em dia, ele está

fortalecendo cada vez mais a polícia e dando uma força muito grande a ela, mas posso estar

errado.Geraldo Alckmin é o meu candidato á presidência da república (silêncio) ...

ele é o melhor para o Brasil.

NV - O que você tem a dizer ao povo de Santo Amaro, inclusive, por ser um profissional de

notoriedade internacional?

RC - Foi onde eu nasci, onde vivi a minha infância e tenho uma paixão muito grande por esse

bairro todo. Foi aqui que eu conheci as pessoas que mais amei na minha vida: minha bisavó,

meu avô, meu pai, minha mãe que é daqui, meus primeiros amigos e meus amigos de hoje.

Eu passeava de bicicleta aqui com uma turma grande, com o Luisito, filho do Luis Martins de

Andrade, que infelizmente, ambos já morreram. Eu poderia morar em outro lugar e estou

morando aqui em Santo Amaro e não sei até que ponto é possível se afastar das origens.

Eu acho que tem que ter mais amor pelo bairro.

NV -  E a saúde? Quer falar a respeito ?

RC - Sim ! Não quero que ninguém sinta pena de mim. Estou com câncer (lágrimas rolam

pelos olhos), mas a única certeza desta vida é a morte...(longa pausa ). Mas vou lutar até

o fim, enquanto tiver esperança e lucidez. A medicina de hoje é muito eficiente e vejo uma luz no

final do túnel.Li em seu livro sobre Psicanálise sobre a raposa que não conseguia apanhar

as uvas e colocou todos os defeitos nas mesmas por não conseguir apanha-las. Eu também

vou usar as mesmas táticas (risos).


Ping-Pong

 

Nome: Raul Cristiano Machado Cortez

Data de nascimento: 28/08/1931

Ator predileto: Estão todos mortos (risos).Assim é mais fácil.Mas tenho admiração

por um jovem ator, Mateus Nachtergaele.

 

Atriz predileta: Amei a Cacilda Becker a minha vida inteira e admiro profundamente a

Fernanda Montenegro.

Livro: Sempre o último que estou lendo, que é seu sobre Psicanálise Freudiana.

Tem um livro que até hoje me impressiona e eu não consegui ler até o final que é o Alcorão - é terrível ver uma sociedade se fundamentar nos seus escritos.

Programa de Rádio: Pulo do gato, apresentado pelo jornalista José Paulo de Andrade e

gosto dos comentários dele (Zé Paulo) e do Salomão Esper e da jornalista Maria Lídia e do Zé Nello .Excelentes jornalistas.

Político: Jânio Quadros.Hoje eu compreendo sua administração e a importância disso tudo.

Gosto do Geraldo Alckmin e tenho muita admiração pela integridade que apresenta.

Não sou do partido do PSDB, mas algumas pessoas sempre me impressionaram muito: Montoro,Fernando Henrique Cardoso, o José Serra,excelente administrador,competente e

muito honesto e, principalmente, um grande amigo que foi Sérgio Mota.

Jornalista:O Mainarde é fantástico.

Cantor:Caetano Veloso

Cantora: Gal Costa e Adriana Calcanhoto.

Músico: Chet Baker

Música: Feelings e todas as músicas tocadas pelo Glenn Miller, pois lembram as minhas primeiras danças.

.Humorista: Jô Soares

A entrevista chega ao final a pedido de Cortez. Ele mostra-se tranqüilo o tempo todo, mas considera que nada mais poderá modificar sua biografia.





(*) é professor universitário, jornalista e escritor





Caro Ze Nello

Parabens pelo site www.zenello.com.br, já está nos meus favoritos. Sou seu ouvinte na Band.

Mando-lhe uma para seus arquivos, EMBORA COM ALGUM ATRASO: . "Time que é time organizado, não dá moleza, comemora até o aniversário na SEGUNDA.

ABRAÇOS E MUITO SUCESSO !!!

Joaquim

São Caetano do Sul

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José Nello.

Boa tarde.

Parabéns pelo Blog !!!

Sou sua ouvinte, palmeirense, com familiares que nasceram e viveram muitos anos em Garça:os Malavasi. Nasci numa cidadezinha próxima, Avaí, hoje residindo em Santos. Como a NASA comemora 50 anos, dia 04 de setembro próximo,fiz esse trabalho e está postado no "Slideshare",onde tenho uma página. Envio porque é, acima de tudo, um documentário. Caso queira conhecer o trabalho no formato vídeo(embora não seja vídeo, apenas o formato), o link é:

 

http://www.slideshare.net/Diramar

Parabéns pelo excelente profissional que você é.

Abraços de Santos.

Diramar

diramar2007@gmail.com 

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 Zé Nello:

PERDEU O TREM

Ontem, segunda-feira, no programa Roda Viva da TV Cultura, a entrevistada foi a Maurren Maggi. Em determinado momento da entrevista foi relatado o seguinte episódio que aconteceu com a moça no começo do ano; pretendia a Maurren comprar um apartamento em um empreendimento na Vila Mariana, porém faltava uma determinada importância para a efetivação da compra, então a moça fez a seguinte proposta, esta tal diferença, poderia ser utilizada pelo uso da imagem dela no empreendimento, eles não aceitaram e ela comprou outro apartamento no mesmo bairro. Depois da medalha creio que caiu a ficha e muito arrependimento aos vendedores. Perderam o trem, já imaginou o valor da imagem da moça hoje? Ela vende um loteamento inteiro em São Carlos ou em Garça em apenas um fim de semana, concorda?

Um abraço

 Waldemir Póvoas

30-8-2008 - 7:00

MEU GRANDE COLABORADOR PEDRÃO NETO MANDA FOTOS EXTRAORDINÁRIAS

DA NATUREZA





26-8-2008 - 17 HORAS

 

   COLABORAÇÃO DO OUVINTE/INTERNAUTA PEDRÃO NETO PARA

    AS OLIMPÍADAS NO RIO DE JANEIRO.

Vão mudar de nome a cidade do Rio de Janeiro, (ex) cidade Maravilhosa que
passará a se chamar Tiro de Janeiro... (brasileiro é criativo !!!!!!!!)
 
Os bairros serão: Fladengue
Jardim do Pânico;
Lebronx;
Coca-bacana;
Barra Pesada da Tijuca;
Passafogo;
Recreio dos Traficantes;
Ilha do Seqüestrador;
Assalto da Boa vista;
Piedade! Não me Mate!;
Largo do Metralha;
Corre, Velho!;
Maria Desgraça;
Del Gatilho;
Tirojuca;
Atiraí;
Tiro comprido;
Bem-não-fica;
Estácio-nou, perd eu ;
Cacetete;
Modureza;
Senador morrerá;
Honório Cruel;
Ilha de Bagdá;
Cidade Cova;
Jerusaleme;
Irajaque;
Gaza-tiba;
São Encurralado;
Roubalengo.
Engenho de dentro da bala
Praça cheia de tiro
Jacareparapapapapatibum!!!!! 

 

 

FALÊNCIA DAS ELITES

O resultado final dos jogos de Pequim nos mostra caminhos para mudanças.

Se esta foi a Olimpíada das Mulheres Brasileiras, foi também a contestação de que

alguma coisa está errada. Nos últimos quatro anos investimos 1,2 bilhão de reais na

preparação dos nossos representantes e no esporte em geral. Sheidt com a de bronze,

o vôlei masculino com a de prata e o time do malabarista decadente em terceiro lugar

depois do banho de bola contra a Argentina, são sinais claros que nossa elite esportiva

está cansada, idosa ou rica demais para pensar em medalhas. Não fossem as meninas

do vôlei, o menino de Santa Bárbara do Oeste na natação e a heroína do salto, gratas

surpresas, e voltaríamos para casa com uma posição mais vexatória ainda.

Ganhar de bolivianos, paraguaios e peruanos no Panamericano é algo muito legal, mas

fácil demais para o gigante Brasil perto dos nanicos da América do Sul. De outro lado,

pelo espetáculo de abertura, organização e encerramento, nos dá arrepio pensar em

Jogos no Rio de Janeiro. Como diz a velha e surrada piada, adotada inclusive pelos cariocas,

o campo para as provas de tiro está pronto (é só escolher um dos morros) e nossos

fundistas poderiam treinar velocidade fugindo dos bandidos.

Valha-me Deus!!!

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VALE A PENA CONHECER. RECEBI E REPASSO

 
BONS AMIGOS DO RÁDIO PROMOVEM BATE-BOLA COM ESTRELAS DO RÁDIO ESPORTIVO 

Encontro acontece no Bar Boleiros da Vila Madalena nesta segunda-feira, 25

O encontro do B.A.R – Bons Amigos do Rádio deste mês promove um verdadeiro bate-bola com cronistas esportivos que fizeram história no rádio brasileiro. Entre as presenças confirmadas destacamos Claudete Troiano que mais do que a “parceirinha” de Ione Borges, foi a primeira mulher a fazer uma narração de futebol, além de formar a pioneira equipe feminina de transmissões esportivas na Rádio Mulher como locutora e repórter de campo.

Apesar de dominado por vozes masculinas, as transmissões esportivas ganharam na década de 90 a repórter e comentarista Regiane Ritter que acabou sendo eleita a melhor jornalista esportiva do Estado de São Paulo em 1991. Regianne Ritter também estará neste encontro, ao lado de Orlando Duarte e Luiz Mendes.

Orlando Duarte, que dispensa maiores apresentações e estará neste encontro ao vivo e em cores, já cobriu oito Olimpíadas e todas as Copas do Mundo desde 1950. É um dos mais completos cronistas esportivos do Brasil, além de palestrante e autor de 26 livros sobre esportes.

Um encontro com tanta gente com histórias para contar não estaria completo sem Luiz Mendes, o jornalista esportivo mais antigo em atividade no Brasil. Gaúcho, começou carreira na rádio Farroupilha em 1940 e até hoje trabalha no sistema Globo de Rádio. Além do rádio, sua paixão, leva fama também por ter participado da primeira transmissão da TV em cores do Rio de Janeiro, em 1972.

Como sempre acontece nos encontros do B.A.R, o evento promete resgatar lembranças, emocionar a platéia com fotos e áudio de transmissões famosas, além de provocar a integração de amigos que há muito não se encontram.

Desde que nasceu de uma conversa de bar, numa animada happy hour dos profissionais Newton Gaigher, Nilo Frateschi, Sérgio Cunha, Luiz Romagnoli, Neder Antonio e Irineu Toledo, o B.A.R segue mantendo seu norte de reunir pessoas que amam o rádio e que querem preservar o mais democrático veículo de comunicação que existe, destacando personagens, fatos, momentos, idéias e atuações que fizeram o rádio ser maior do que os transmissores e as antenas.

No encontro deste mês de agosto, patrocinado pela revista Meio de Campo, troféus Inarco e com apoio do temático Bar Boleiros, serão homenageados os saudosos Pedro Luiz, Edson Leite, Carlos Aymard, Milton Peruzzi, Jorge de Souza e Fiori Giglioti que serão representados por familiares durante o evento.

Sobre o B.A.R – Bons Amigos do Rádio

"O B.A.R reúne gente e não empresas ou emissoras. Está aberto a quem é profissional de rádio ou já foi, para quem trabalha, vive, fornece, produz, anuncia ou apenas ouve o rádio", afirma Luiz Henrique Romagnoli, porta-voz do Clube. 

Para incluir pessoas tão diferentes em torno de um objetivo comum o B.A.R possui o diferencial de não ter estrutura hierárquica, ou seja, todos seus membros

são presidentes que farão parte de um acervo testemunhal que preserve o que os profissionais do rádio criaram, viveram ou elegeram como paixão. Cada encontro mensal promoverá a reunião com grandes nomes do rádio, veteranos ou jovens talentos, para contar suas histórias e juntos criar um painel das várias caras e vozes do rádio.

O primeiro encontro oficial do B.A.R aconteceu em março no Bar Brahma e contou com Inezita Barroso, Muibo César Cury, locutor, compositor e cantor sertanejo; e Odayr Baptista, da Rádio Camanducaia.  Também já foram motivo de encontro do B.A.R o programa Balance, que reuniu no restaurante Villa Távola o querido Osmar Santos, Juarez Soares, José Rodrix e o humorista Tatá. 

Serviço:
Evento: Bons Amigos do Rádio
Quando: 25 de agosto de 2008, segunda-feira
Horário: 19h30
Onde: Bar Boleiros – rua Mourato Coelho, 1194 – Vila Madalena – São Paulo
Informações pelo telefone (11) 3057.3436 ou 5073-4954

Entrada franca, bebidas à parte

 

18/8/2008 - 16:00

          Olim-piadas

          COMO É BONITO O VERDE-AMARELO...da Jamaica

 

Estamos caminhando para o final das Olimpíadas com chances de medalhas de ouro

no vôlei masculino, vôlei de praia, futebol masculino e feminino. Legal, podemos atingir

cinco de ouro. Mas é muito pouco para um país de quase 200 milhões de habitantes.

Até porque, a medalha do futebol nem deveria ser contabilizada, pela superioridade natural

sobre os adversários. Ficam algumas imagens fortes para estampar o fiasco: um lutador

de judô que chora copiosamente depois de ser eliminado nos remete às comitivas de

asseclas “lulianos” nas enormes comitivas, enquanto o moço não tinha sequer dinheiro

para comprar a faixa. Nossos ginastas imaginaram derrotar adversários em Pequim

como se fossem os subdesenvolvidos paraguaios, bolivianos e peruanos no Pan.

Nosso cavalo refugou e mandou o representante brasileiro com o fucinho na terra.

O basquete feminino foi o vexame anunciado e na água, só o menino Cielo levantou

a torcida, depois de treinar os últimos 3 anos nos Estados Unidos.

Lembrando as comitivas presidenciais e do COB, os pais de Cesar tiveram que vender

o carro para viajar para a China.

Para culminar, perderam o equipamento da nossa moça do salto com vara.

Inacreditável: perderam a pequena vara de quase 4 metros de altura. Assim,

numa posição vexatória, ainda falamos em organizar Olimpíada no Rio de Janeiro

(com certeza os espaços para as provas de tiro já existem). 

E ficamos aplaudindo o verde amarelo de uma pequena ilha chamada Jamaica,

que consegue o ouro nos 100 metros masculino e coloca ouro, prata e bronze no

peito nos 100 feminino. Sem falar em Curdistão, Quênia e tantos outros

minúsculos países que tem uma pequena diferença quando falam e tratam

de jogos Olimpicos: são sérios.

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FOTO COM MINHA OUVINTE SILVIA POSSIDONIO, QUE PASSOU

PASSOU PELOS ESTÚDIOS DA BAND NA BIENAL



FOTO COM ESCRITOR NOS ESTÚDIOS DA RÁDIO USP, NA BIENAL


14/8/2008 - 20:00

    Registros do estúdio da Band na Bienal 2008. Aqui com o dócil e

                   educadíssimo José "Capeta" Ribeiro


Debate no Manhã Bandeirantes com escritoras



09/08/2008 - 19:00 

           BURRICE FUTEBOLÍSTICA

 

O mundo da bola sabe das deficiências intelectuais da grande maioria dos jogadores do

futebol profissional brasileiro. Oriundos de camadas mais pobres da população, fizeram

das bolas de meia nos terrões das periferias o início do arrimo familiar, com o sonho de

conquistar o mundo num grande time. Fugiam da escola para o divino ofício do divertimento.

Tudo isso é perdoado, em nome do bem estar familiar. O que não se pode admitir

neste momento é a “burrice futebolística”. Aqui, alguns exemplos.

- Quando seu time está perdendo, o jogador bate o pênalti, faz o gol e corre para pegar

a bola das mãos do goleiro, gerando empurra-empurra absolutamente desnecessário.

Que esse jogador se lembre que outras seis bolas estão com os gandulas.

- O atacante tem que marcar a saída de bola da defesa adversária, certo? Correto.

Mas precisa dar carrinho na lateral do campo e tomar cartão amarelo, talvez o terceiro?

 
- O jogador bate escanteio curto a um companheiro que vem na sua direção.

O que bate, fica, em 110% impedido.

São atos simples, que acontecem várias vezes numa partida de futebol e que

continuam tirando jogadores amarelados por cartões ou briguentos com o goleiro adversário.

Quando não, acabam estragando uma bela oportunidade de ataque na cobrança de escanteio.

Observações absolutamente simples diante da capacidade futebolística de nossos

jogadores e comissões técnicas. Para quem viu Pelé, Ademir da Guia, Gerson, Rivelino e

companhia, a certeza de que na primeira vez que isso ocorresse um deles,

delicadamente, diria ao companheiro:

Aprende burro!!!

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01/8/2008 - 19:00

CUIDADOS DOS JORNALISTAS NA OLIMPÍADA

 

DEU NO PORTAL IMPRENSA

 

A organização Repórteres sem Fronteiras  divulgou uma lista de conselhos para os jornalistas que enfrentarão a censura do governo chinês na cobertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, que começam no próximo dia 08 de agosto.

Por entender que a repressão das autoridades chinesas contra os militantes pró-direitos humanos é tão importante quanto as competições esportivas, a RSF estabeleceu alguns cuidados que os jornalistas devem tomar enquanto estiverem na China.

Não confiar na confidencialidade dos telefones celulares, instalar nos computadores programas como Tor, Psiphon ou Proxify - capazes de evitar a censura - proteger os sistemas contra vírus trojan e instalar códigos de acesso nos computadores são algumas das dicas da entidade. A organização também aconselha aos jornalistas estrangeiros evitar serviços de tradução e guias das empresas chinesas, pois elas estão "ligadas às autoridades" e poderiam atrapalhar a investigação dos repórteres sobre "assuntos delicados".

Além disso, a RSF pede que os profissionais estejam sempre munidos de fotocópias dos documentos de identidade e credenciais, contato diplomático e uma tradução para o chinês da legislação de Pequim para a imprensa estrangeira.

Caso os correspondentes desejem entrevistar militantes pró-direitos humanos, familiares de presos políticos e advogados, uma lista de contatos da RSF estará disponível. A ONG também pede que qualquer ato de censura seja imediatamente notificado à RSF e ao Comitê Olímpico Internacional. 

 

31/7/2008 - 15:00

Colaboração enviada ao blog para mostrar as diferenças entre a Lei Seca no

Canadá e no Brasil

CANADÁ - Província de Ontário

Pessoas dirigindo em estado de embriaguez devem se submeter ao programa de medidas corretivas (Boa Direção) para readquirir a carteira de motorista. O motorista será notificado pelo Ministério dos Transportes de Ontário do tempo que sua carteira será suspensa e que deverá seguir o programa corretivo; deve ainda pagar 475 $ pelo custo do programa. (que pode durar 10 meses)

Primeira infração:

- Suspensão da carteira por 1 ano.

- Obrigação de seguir o programa corretivo

- Instalação por um período mínimo de 1 ano de interruptor de ignição que capta odor de álcool

- Multa de 600 dólares

 
Segunda infração:

- Suspensão da carteira por 3 anos (que poderá chegar a 10 anos em certas condições)

- Obrigação de seguir o programa corretivo

- Instalação por um período mínimo de 1 ano de interruptor de ignição que capta odor de álcool

Terceira infração

- Suspensão definitiva da carteira

- Prisão de 90 dias

 
Programa Corretivo:

- Jamais comparecer embriagado, drogado, etc

- Assistir a todas as sessões e programas e ser pontual

- Respeitar as exigências do programa; caso contrário, será considerado reprovado. Deverá se inscrever novamente e pagar nova taxa. Isso poderá retardar em 8 meses ou mais a permissão para dirigir.

- Duração: 8h. Pode ser em aulas, discuções, exercícios, atividades em grupo, workshop de 1 dia ou se dividir em semanas

Avaliação:

- Aproximadamente 1 hora

 
Pontos do Programa de Educação:

- Efeitos do álcool e outras drogas na segurança da direção

- Consequências pessoais e jurídicas de conduzir embriagado

- Meios de evitar de dirigir embriagado

 
Pontos do Programa de Tratamento

- Consequências (responsabilidades) do consumo de droga e bebida

- Como reduzir ou parar de beber e se drogar e evitar recaídas

- Evitar de dirigir se consumiu álcool

- Duração: 16h, nos mesmos moldes do anterior

 
Entrevista de acompanhamento:

- 6 meses após o fim de qualquer um dos programas. É obrigatória, dura aproximadamente 30 min, pessoalmente ou por telefone.

- Visa avaliar se os objetivos foram atingidos e reforçar estratégias para para alcançá-los.

HOLANDA:

Índice Multa
0,54 - 0,80‰ (235 - 350 µG/l) € 220,-
0,81 - 1,00‰ (355 - 435 µG/l) € 300,-
1,01 - 1,15‰ (440 - 500 µG/l) € 390,-
1,16 - 1,30‰ (505 - 570 µG/l) € 480,-
1,31 - 1,50‰ (575 - 650 µG/l) € 550,-
Reincidência: multa + prisão 6 meses
1,51 - 1,65‰ (655 - 715 µG/l) € 650,-
Reincidência: multa + prisão 6 meses
1,66 - 1,80‰ (720 - 785 µG/l) € 700,-
Reincidência: multa + prisão 7 meses
1,81 - 2,00‰ (790 - 865 µG/l) € 800,-
Reincidência: multa + prisão 8 meses
2,01 - 2,15‰ (870 - 945 µG/l) € 900,-
Reincidência: multa + prisão 9 meses
2,16 - 2,35‰ (950 - 1020 µG/l) € 1.000,-
Reincidência: multa + prisão 10 meses

 
José Luiz (angelus@hotmail.com)

30/7/2008 - 8:00

LEI SECA E SAUDADE

 

Um sábado muito especial na residência do casal num condomínio bonito nos arredores da capital paulista, reunindo “jovens” nascidos sob a égide do segundo governo de Getúlio, lá no começo dos anos 1950. Almoço daqueles para emendar com o jantar, começando no meio da tarde com a presença de vários casais amigos para comemorar o aniversário da anfitriã. Como acontece invariavelmente nas festas de casais, dois grupos distintos, dez de cada lado. As estridentes vozes femininas perpassam as colunas sociais, escândalos de estrelas,  idas e vindas de namorados e namoradas dos filhos e filhas, fotos de netos recém nascidos (“não é carinha da vovó), receitas e amenidades. Na outra enorme mesa redonda “eles” começam a resolver os problemas nacionais e internacionais. Obama vai arrumar os Estados Unidos, crise econômica pega no Brasil (quero ver essa explosão de consumo quando o dinheiro acabar, diz um deles), pau nos políticos e problemas nos respectivos trabalhos.

A esta altura, copos de uísque já foram reiteradamente abastecidos pelos garçons e as garrafas de um doce vinho português rolam pelas taças. De repente as conversas paralelas convergem para um único tema, uma única preocupação: a tal Lei Seca, prendendo e multando quem é apanhado com ou sem sopro no bafômetro, desde que o “bafo de Onça” seja perceptível. A concordância com a Lei é geral, mas restrita. A maioria gostaria da permissão de um teor mínimo mais alto.

- 0,5 estaria bom, diz um. 

- Poderia começar com 0,7, diz outro.

E numa torrente de lembranças, começam a soltar histórias da juventude, recheadas de bebedeiras homéricas, amigos caídos depois dos bailes, pais desesperados colocando os filhos embaixo da água fria.

- Estamos vivendo uma ditadura! diz um dos integrantes da mesa, com teor alcoólico mais elevado.

Das histórias da juventude com “porres” à reclamação dos radares eletrônicos em avenidas e estradas é um passo rápido.

E depois vem a restrição ao cigarro (3 da mesa fumavam e outros 7 tinham largado o vício).

- Nós chegávamos dos bailes e ainda ficávamos  nas calçadas, conversando,  diz o decano do grupo, do alto dos seus oitenta e fumaça.

Da outra ponta da mesa vem mais um lamento no mundo tecnológico do século 21:

- As praias não eram iluminadas e a areia servia de colchão para jovens namorados.

As comparações não param, pululam de cadeira para cadeira.

- Acabou o “drive-in”!

- E a rua Augusta, então? Subia e descia cruzando com as gatas!

- Fim de noite era na Paulista com a Brigadeiro, no Cartola Clube, tentando laçar um último encontro no fim da linha!

Um tanto cambaleante pelos “scotchs” lá vem ele com uma flecha certeira no peito dos tempos modernos:

- Nem “zona” tem mais!!! 

Ao lado da mesa das lamentações dos lambreteiros, cinco ou seis jovens filho, sobrinhos e amigos dos filhos da aniversariante apenas ouvem e sorriem das memórias de um passado não muito distante. Com certeza eles ouviram falar (e muito), assistiram filmes e gols do gênio Pelé; nas aulas de economia, história e sociologia, leram muito os tempos de inflação galopante comendo o salário; ouviram muitas histórias de horários dos bailinhos (o horário do fim, antes, é o horário do começo, hoje). Mas esses jovens nunca conseguirão viver o que a turma de 50 viveu.

Em momento extremo da filosofia do copo na mesa dos amigos, a suprema frase para marcar o momento que vivemos:

“Gente, acabou a verdadeira putaria”!

Risada geral, mas no fundo, no fundo, todos tinham a certeza de que os bons e felizes momentos tinham acabado.

 

26/7/2008 11:00


O território da Internet é livre. E tela de computador, assim como papel, aceita tudo.

O companheiro Fábbio Perez, voz marcante da TV Globo nos manda um "saboroso dicionário

inglês/portugues, que será de muita utilidade para os "brazucas" receberem os turistas

na Copa de 2014. A criatividade do patrício é infinita. Também conta com expressões

em japones, chinês, russo e alemão.


THE BOOK IS ON THE TABLE'

Quando o Brasil sediar a Copa de 2014, muitas pessoas estarão por aqui, de

diversos locais do mundo, com vários idiomas. Sendo assim, fica

imprescindível o aprendizado de outros idiomas (em particular, o inglês),

para a melhor comunicação com os turistas.

Pensando em auxiliar a comunicação, foi formulada uma solução prática e

rápida. Chegou o sensacional e insuperável curso 'The Book is on the Table', com

palavras para você usar, não só durante a Copa do Mundo de 2014, mas

também em seu dia-a-dia.

Veja como é fácil!

 

 a.) Is we in the tape! = É nóis na fita.

 b.) Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara.

 c.) I am more I = Eu sou mais eu.

 d.) Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?

 e.) Not even come that it doesn't have! = Nem vem que não tem!

 f.) She is full of nine o'clock= Ela é cheia de nove horas.

 g.) I am completely bald of knowing it. = Tô careca de saber.

 h.) Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!

 i.) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.

 j.) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!

 k.) If you run, the beast catches; if you stay, the beast eats! = Se

correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!

 l.) Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.

 m.) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.

 n.) The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!

 o.) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.

 
Gostou? Quer ser poliglota? Na compra do 'The Book is on the table', você

ganha, inteiramente grátis, o incrível 'The Book is on the table - World

version'!!!

Outras exemplos de outros idiomas, dessa 'versão do mundo':

CHINÊS

a.) Cabelo sujo: chin-champu

b.) Descalço: chin chinela

c.) Top less: chin-chu-tian

d.) Náufrago: chin-lan-cha

f.) Pobre: chen luz, chen agua e chen gaz

 

JAPONÊS

a.) Adivinhador: komosabe

b.) Bicicleta: kasimoto

c.) Fim: ka-bo

d.) Fraco: yono komo

e.) Me roubaram a moto: yonovejo m'yamaha

f.) Meia volta: kasigiro

g.) Se foi: non-ta

h.) Ainda tenho sede: kero maisagwa

 
OUTRAS FRASES, EM INGLÊS:

a.) Banheira giratória: Tina Turner

b.) Indivíduo de bom autocontrole: Auto stop

c.) Copie bem: copyright

d.) Talco para caminhar: walkie talkie

 

RUSSO (também! - esse livro é incrível!)

a.) Conjunto de árvores: boshke

b) Inseto: moshka

c.) Cão comendo donut's: Troski maska roska

d.) Piloto: simecaio patatof

e.) Sogra: storvo

 
ALEMÃO (o livro é realmente fantástico!)

a.) Abrir a porta: destranken

b.) Bombardeio: bombascaen

c.) Chuva: gotascaen

d.) Vaso: frask

 
Não perca esta fabulosa oportunidade! Compre, o quanto antes, o seu

exemplar de THE BOOK IS ON THE TABLE - WORLD VERSION.

À venda, apenas nas melhores livrarias!

Se você é estudante, e a biblioteca de sua escola ainda não tem esse

esplêndido livro, converse com seus amigos e colegas, e exijam a compra

imediata desta 'fantastic key to the world' ('fantástica chave para o

mundo')!

07/07/2008 - 16:00 horas

BUSÃO 5154

 

O indivíduo tirou férias para resolver problemas particulares, $em nenhuma intenção de viagens turísticas. Fazer aquela visita mais demorada ao dentista, aproveitar para colocar os livros em ordem, jogar um monte de papel que foi se avolumando e, se precisar, pegar um ônibus para resolver algum problema no centro, fugindo do “terrível” trânsito. Foi o que o indivíduo fez na ligação zona sul – av. Paulista. Pegou carona na ida e o busão na volta. Encostou sorrateiramente no ponto da brigadeiro Luiz Antônio e como não encontrou nenhuma placa de orientação das linhas, perguntou a uma garçonete no bar em frente:

- Sabe qual passa na vereador Diniz ?

Como se estivesse respondendo a um usuário diário, na maior singeleza e a moça respondeu:

- Pega o 5154!

Pensei rapidamente numa segunda pergunta que não revelasse meu total desconhecimento.

- É o vermelho?

Acertei na primeira e lá fui para o ponto. Encostou rápido o “vermelho 5154”. Como não era horário de pico (como é bom andar de ônibus fora do pico) sentou e começou a curtir o trajeto de aproximadamente 7 quilômetros.

Só começou, porque os ingredientes internos e externos não estimulam qualquer curtição. A começar da sujeira. Pobres médicos e enfermeiras que entram de branco e saem com um marrom dos bancos, alças e encostos da frente. O asfalto é sentido a cada metro e o indivíduo sentiu que todas as suas pedras e areias dos rins estavam se ajeitando. Em determinado momento sacou a carteira e percebeu que a fotografia do RG também tinha se mexido.  Quando encontra um solo pior (trecho em frente ao Detran) tem a nítida sensação de estar fazendo parte do filme “Inferno na Torre”, quando todas as janelas balançam, juntamente com a catraca, a lataria e o motor. O indivíduo também percebeu que “todos” os bancos são feitos para obesos. De tão pequenos, não agüentam duas pessoas normais (se é que existe isso na cidade). Tirando esses pequenos problemas, percebeu o indivíduo como os motoristas de automóveis são folgados, entrando à direita ou à esquerda sem qualquer seta, falando ao telefone ou passando uma maquiagem básica. E os pedestres também: atravessam fora da faixa, se arriscam no meio das faixas e provocam brecadas fenomenais dos coletivos. De bom mesmo a educação de motorista e cobrador (será que tive sorte?). Responderam corretamente sobre o trajeto e até pararam na virada do Evaldo Foz. O indivíduo desceu devagar, porque fora dos corredores, o degrau é alto. O vermelhão foi embora e a vida continua. Pra quem pode, 5154 só nas férias e mesmo assim no contra-fluxo.


Excepcional roteiro enviado pelo ex-deputado José Roberto Faria Lima, o mais recente frequentador deste espaço. Tirando a frase "falta..." é só aproveitar.

 
Roteiro maravilhoso na minha, na nossa São Paulo

faltou adicionar..." ouvir o Zé Nello na BAND "

 

Faria Lima

 

203 PROGRAMAS PARA SE FAZER EM SÃO PAULO

1. Provar o bolinho de bacalhau e o chope do Bar do Leo, que, desde 1940, sai religiosamente abaixo de zero grau e com colarinho, na rua Aurora, 100, em Santa Ifigênia. Telefone: (11) 221 0247

2. Experimentar os docinhos de festa da doceira Di Cunto, na rua Borges de Figueiredo, 61, na Mooca (http://www.dicunto.com.br)

3. Devorar uma pizza calabresa no Castelões, na rua Jairo Góes, 126, no Brás, com um bando de amigos. Telefone: (11) 229 0542 

4. Almoçar nas bancas de comidinhas das feiras de antiguidades das praças Benedito Calixto, em Pinheiros, e Dom Orione, no Bexiga, que acontecem no sábado e no domingo, respectivamente. 

5. Circular pelas bancas do Mercado Municipal, na avenida do Estado, e consumir, sem medo de ser feliz, toda a sorte de guloseimas que encontrar pela frente (http://www.mercadomunicipal.com.br)

6. Comer uma das especialidades do Bar Sujinho, o frango caipira, a qualquer hora da madrugada. A salada de repolho já faz parte do couvert. Coma sem preconceitos, é divina. O Sujinho fica na rua da Consolação, 2063. Telefone: (11) 3231 5487

7. Aproveitar essas noites calientes de verão e tomar um sorvete italiano de frutas frescas (maravilhosas) na encantadora Sorveteria Stuppendo, situada à Rua Canário nº 1321 em Moema - São Paulo - Capital , fone (11) 5093.2967 do meu querido e charmoso CHEF Edu Guedes.

8. Tomar vários copos de mate com leite espumante no Rei do Mate da avenida São João, 530. Telefone: (11) 222 7504 (http://www.reidomate.com.br)

9. Comer qualquer item do cardápio 100% árabe do Almanara da rua Basílio da Gama, 70, no Centro - só a decoração anos 50 já vale a empreitada. Telefone: (11) 3257 7580 (http://www.almanara.com.br)

10. Ir ao brunch do Empório Santa Maria, na avenida Cidade Jardim, 790, aos sábados e domingos, e sentir-se no Dean&Deluca de Nova York. Telefone: (11) 3706 5211 

11. Dar um pulinho no Rancho da Empada, na Rua Sena Madureira, 357, na Vila Mariana. As de camarão e palmito são incomparáveis. Telefone: (11) 5579-5330

12. Provar o penne com melão e presunto cru do Spot, na rua Ministro Rocha Azevedo, 72, em meio ao clima mais hollywoodiano de São Paulo e não dispensar as profiteroles. Telefone: (11) 3284 6131

13. Deleitar-se com os quindins, cocadas e beijinhos da Doceira Modelo, na rua Padre Raposo, 77, na Mooca. Telefone: (11) 6692 3196 

14. Resistir, se puder, ao tradicional Bauru do Ponto Chic do Largo Paissandu. Telefone: (11) 222 6528

15. Deixar o regime de lado e atacar os generosos sundaes e bananas splits da Sorveteria Alaska, na rua Dr. Rafael de Barros, 70, no Paraíso. O chantilly é simplesmente divino. Telefone: (11) 3889 8676 

16. Se abastecer de pães, frios e cia. na Padaria São Domingos, na Bela Vista, e sentir-se na Itália enquanto escolhe o que levar entre os comestíveis que 'decoram' a casa. Fica na rua São Domingos, 330. Telefone: (11) 3104 7600 (http://www.bixiga.com.br/telas/padarias.htm)

17. Tomar milk shake com leite maltado no Rocket's, na alameda Lorena, 2090, enquanto ouve os hits dos anos 50 nas mini-jukebox dispostas sobre as mesas. Telefone: (11) 3081 9466 (http://www.rockets.com.br) 

18. Deliciar-se com os bolos e pães preparados pelos monges do Mosteiro de São Bento. O Bolo Santa Escolástica é a melhor pedida. Telefone: (11) 228-3633 

19. Provar qualquer prato absurdamente generoso do Gigetto, na rua Avanhandava, 63, e correr o risco de cruzar com figurinhas carimbadas do circuito teatral da cidade. Telefone: (11) 256 9804 

20. Comer muitas empanadas e curtir a muvuca organizada do Bar das Empanadas, na rua Wisard, 489, na Vila Madalena. Telefone: (11) 3032 2116

21. Provar o sensacional filé coberto com muito alho do Filé do Moraes da praça Júlio de Mesquita, no centro da cidade.

22. Conferir toda a tradição do Capuano, restaurante italiano fundado em 1912. Fica na rua Conselheiro Carrão, 416, no Bexiga. Telefone: (11) 3288-1460

23. Degustar, sem peso na consciência, a dobradinha pastel de feira com caldo de cana em qualquer feira livre da cidade - de preferência na do Pacaembu, que acontece de segunda a sábado em frente ao estádio 

24. Comer um beirute no Joakin´s, que serve os melhores de São Paulo há 31 anos, na rua Joaquim Floriano, 163. Telefone: (11) 3168 0030 

25. Passar pela Cidade Universitária só para saborear o cachorro quente do Super Hot Dog. Fica na Rua do Estádio, Travessa C, logo atrás do Crusp 

26. Tomar café expresso com pão de queijo no Café Girondino, nas imediações do Mosteiro de São Bento. Fica na Rua Boa Vista, 365, Telefone: (11) 229-4574 

27. Comer o quanto puder no rodízio da churrascaria Fogo de Chão, na avenida Moreira Guimarães, 964, em Moema. Telefone: (11) 5530 2795 

28. Tentar descobrir quem tem a melhor esfiha, o Jáber ou o Catedral. Os dois ficam quase lado a lado, na rua Domingos de Morais, no Paraíso - o Jáber no número 86 e o Catedral no 54 

29. Provar o porpettone do Jardim di Napoli, na Rua Dr. Martinico Prado, 463, em Higienópolis. Telefone: (11) 3666 3022 

30. Gastar todas as suas economias num jantar no Massimo. É caro, muito caro, mas vale a pena. O restaurante fica na Alameda Santos, 1826. Telefone: (11) 3284 0311

31. Tomar um breakfast supernatureba no Parque da Água Branca aos sábados de manhã e aproveitar para visitar a feirinha de produtos orgânicos que rola no local 

32. Tentar resistir aos caprichados docinhos da Cristallo. Rua Oscar Freire, 914. Telefone: (11) 3082 1783

33. Correr para a Vila Madalena num sabadão ensolarado para comer (quase ao ar livre) em algum dos pontos mais concorridos do bairro, como o Bar do Sacha ou o Jacaré !!!!

34. Nada mais paulistano que uma boa pizza, certo? O Pedaço da Pizza, como o próprio nome já indica, serve a iguaria em pedaços. O melhor: fica aberto até altas horas da madrugada. Fica na Rua Augusta, 2931. Telefone:(11) 3891 2431 

35. Surpreender-se com a mesa inacreditavelmente farta do As Mestiças. Nessa casa de chá em Moema, o cliente paga um preço fixo e tem direito a pães, bolos, salgadinhos, doces, chás, sucos... Alameda dos Aicás, 50. Telefone: (11) 5051 2547

36. Assistir a um concerto na Sala São Paulo, na antiga estação Júlio Prestes, que tem uma das melhores acústicas da América Latina. Telefone: (11) 3337 5414

37. Assistir a uma peça, um balé ou um concerto no Teatro Municipal e sentir-se no Ópera de Paris. Telefone: (11) 223 3022(http://www.prodam.sp.gov.br/theatro/index.html)

38. Assistir a qualquer filme na Sala Cinemateca, que fica no antigo matadouro da Vila Mariana, na rua Senador Raul Cardoso, 207. telefone: (11) 5084 2177 (http://www.cinemateca.com.br) 

39. Peregrinar até o Teatro Alfa, ao lado da Ponte Transamérica da marginal Pinheiros, para curtir qualquer um dos espetáculos sensacionais que acontecem no local. Telefone: (11) 5693 4000 (http://www.teatroalfa.com.br

40. Pode até parecer um programa batido, mas uma visita ao Masp é realmente um programa obrigatório. Avenida Paulista, 1578. Telefone: (11) 251 5644

41. Ir a um ensaio da escola de samba Vai Vai. A quadra fica na Praça 14 Bis, no Bexiga (http://www.vaivai.com.br

42. Conferir a programação do Centro Cultural Banco do Brasil, na rua Álvares Penteado, 112, centro da cidade. Telefone: (11) 3113 3651

43. Pegar um cineminha no Espaço Unibanco, reduto dos cinéfilos paulistanos. Fica na Rua Augusta, 1475, Consolação. Telefone: (11) 688-6780

44. Conferir as obras de arte do MAM (Museu de Arte Moderna), que fica dentro do parque do Ibirapuera (http://mam.terra.com.br), e do MAC (Museu de Arte Contemporânea), que fica dentro da USP (http://www.mac.usp.br

45. Dar uma passadinha no Museu Lasar Segall, que funciona no imóvel que serviu de residência ao artista até sua morte, em 1932, fincado na Rua Berta - que abriga as primeiras construções modernistas do Brasil(http://www.spguia.com.br/museus/lasarsegall/lasarsegall.html)

46. Visitar o Museu de Arte Sacra, na avenida Tiradentes, 676, e... (http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_sacra.htm)

47. ...aproveitar o passeio para conhecer a Pinacoteca (http://www.uol.com.br/pinasp) , também na avenida Tiradentes

48. Conhecer o Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios, na Rua da Cantareira, 1351, fundado em 1873.

49. Manter-se antenado na programação eclética do Sesc Pompéia (http://www.sescsp.com.br/sesc), na rua Clélia, 93

50. Procurar preciosidades na biblioteca Mário de Andrade, na Praça Dom José Gaspar (http://www.prodam.sp.gov.br/bib/mario)

51. Visitar o belo (e pouco conhecido) Teatro São Pedro, construído em 1917. Fica na Rua Barra Funda, 171. Telefone: (11) 3823 9660

52. Levar as crianças na Sala Disney do Cinemark do Shopping Santa Cruz. Lá são exibidos somente filmes infantis, e a decoração vai fazer a alegria dos pequenos. Rua Domingos de Morais, 2564, na Vila Mariana. Telefone: (11) 34718066 

53. Conhecer o Teatro Oficina, na rua Jaceguai, 520, epicentro de manifestos vários nos anos 60 (http://www.dialdata.com.br/oficina)

54. Conferir a biblioteca do Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, 1000 (http://sampa3.prodam.sp.gov.br/ccsp/ccsp/index0.htm) 

55. Sentir-se num pedacinho do Japão no bairro da Liberdade. O ideal é fazer a visita aos domingos, quando acontece uma animada feirinha ao lado do Metrô Liberdade 

56. Dar uma volta na linha de ônibus Machado de Assis - Cardoso de Almeida (408P), que passa por alguns dos pontos mais interessantes da capital. O ponto de partida é na praça da rua Machado de Assis, no bairro da Aclimação 

57. Passear pela Praça Vilaboim, em Higienópolis, no sábado à tarde, com direito a uma parada estratégica na banca de jornal. 

58. Conferir a vista privilegiada do Bar do Jockey, na av. Linneu de Paula Machado, 1263, cercado de figurinhas da high society paulistana (http://www.hcj.com.br
  
59. Visitar o Parque da Luz, na av. Tiradentes, que passou recentemente por uma recuperação como poucas realizadas na cidade (http://www.prodam.sp.gov.br/dph/servicos/rotjdluzhtm)

60. Ir a uma festa de arromba no Bar do Hotel Cambridge, que fica na Av. Nove de Julho, 216 (http://www.cambridgehotel.com.br)

61. Ver o show dos padres do canto gregoriano no Mosteiro de São Bento, no Largo de São Bento, que acontece aos domingos, às 11h da manhã 

62. Ir ao Parque do Ibirapuera, na av. República do Líbano, durante a semana num dia de sol (http://www.prodam.sp.gov.br/ibira/historico.htm) 

63. Tomar chá da tarde na Fundação Maria Luiza e Oscar Americano, na av. Morumbi, 4077, uma das boas coisas do Morumbi (http://www.fundacaooscaramericano.org.br)

64. Suar na matinê de domingo da boate A Lôca, na rua Frei Caneca, 916. Telefone: (11) 3159 8889 (http://www.aloca.com.br)

65. Conferir como ficou bonita a Catedral da Sé depois da reforma.

66. Matar o tempo no bar do Cinesesc, na rua Augusta 2075, antes do filme começar. Telefone: (11) 3082 0213

67. Abastecer-se de produtos naturais e integrais em geral e levar uma vida muito mais saudável visitando o Charmoso Empório Natural Laporta, situado no encantador e tradicional Bairro da Mooca, na Rua Dias Leme, 323 - fone (11) 2076.3761.

e-mail : emporionaturallaporta@yahoo.com.br

68. Ir às festas gênero 'mamma mia' das igrejas Achiropita, na rua 13 de Maio, 478, na Bela Vista (realizada aos finais de semana do mês de agosto), São Vito, na rua Poliana Amare, 51, no Brás (no dia 15 de junho), e São Genaro (no dia 19 de setembro), na Mooca 

69. Encostar o carro na Praça do Pôr do Sol, no Alto de Pinheiros, no finalzinho de uma tarde de verão. A vista é fantástica...

70. Checar os últimos lançamentos e tomar um cafezinho na Livraria da Vila, na rua Fradique Coutinho, 915, na Vila Madalena. Telefone: (11) 3814 5811 

71. Testemunhar um casamento nas charmosas capelas São José, na rua Dinamarca, no Jardim Europa, e São Pedro e São Paulo, na rua Pe. José Glieco, 111, no Morumbi

72. Mergulhar no universo paralelo criado pelas habitués da Daslu, a butique mais exclusiva da cidade, fincada na rua Júlio Diniz, 56, na Vila Nova Conceição

73. Visitar o Museu da Imigração e tentar descobrir as suas origens (http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/Inicial.html). Fica na rua Visconde de Parnaíba, 1316, na Mooca

74. Meditar no templo zen da rua São Joaquim, 273, na Liberdade.Telefone: (11) 278 4515

75. Visitar as lojas da livraria Cultura e os cinemas em meio ao clima cinquentinha do Conjunto Nacional (http://www.livcultura.com.br), na av.Paulista, 2073

76. Embarcar num programa em família no Simba Safári, que agora está menos emocionante, com os animais presos, mas ainda vale uma visita. Av. do Cursino, 6338 

77. Dar um pulinho até a Zona Sul para conhecer o Autódromo de Interlagos e suas corridas. Fica na Avenida Senador Teotônio Vilela, 167. Telefone: (11) 5666 8822  (http://www.ainterlagos.com)

78. Subir até o alto da Serra da Cantareira para conhecer as trilhas do Horto Florestal. Rua do Horto, 931. Telefone: (11) 6231 8555 

79. Participar do terror instrutivo do Instituto Butantã, na av. Vital Brasil, 1500. Telefone: (11) 3726 7222  (http://www.butantan.gov.br)

80. Assistir a um clássico no Estádio do Pacaembu, na Praça Charles Müller, sem número 
  
81. Fazer um pit stop na boate Nostro Mundo, na Rua da Consolação, 2554 - ponto partida da São Silvestre Gay. Telefone: (11) 3259 2945 9 

82. Caminhar pela Avenida Odila, no Planalto Paulista, famosa por suas árvores frutíferas como jaboticabeiras e cerejeiras

83. Ver 'relíquias', como a mala do Crime da Mala, encontradas no Museu do Crime, na Praça Reinaldo Porchat, 219, Cidade Universitária


84. Encarar o clássico da malhação sem frescura: a ACM Norte (http://www.acmsp.com.br), na rua José Amato, 39, Limão. Telefone: (11) 3966-7511

85. Passear de carro pelos armazéns antigos da Avenida Presidente Wilson, entre os bairros do Ipiranga e da Mooca 

86. Fugir para algum motel da Marginal Tietê quando a chuva começa a apertar e o trânsito a ficar complicado 
  
87. Encarar uma noitada nostálgica no legendário Madame Satã (http://www.madamesata.com.br)

88. Passar o sábado na feirinha da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, e depois tomar um drink em um dos bares que ficam nas proximidades 

89. Observar a fúria consumista chic do Shopping Iguatemi, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 e, no final, investir num coffee break estilo primeiro mundo no Gero Café

90. Marcar um programinha entre amigos na tradicional Pizzaria São Pedro, na rua Javari, 333, na Mooca 

91. Entrar no embalo das noites regadas a litros de chopp no Bar Pirajá, na rua Nova Faria Lima, 64, em Pinheiros. Telefone: (11) 816 6413 

92. Passear de bicicleta em pleno Minhocão. Nos finais de semana, o trânsito de veículos é proibido no local. Se você não tem bicicleta, é possível alugar uma por lá

93. Enfrentar filas homéricas para brincar nas atrações do Playcenter, na rua Dr. Rubens Meirelles, 380 (http://www.playcenter.com.br)

94. Curtir o verde do pequeno mas simpático Parque da Aclimação, na rua Muniz de Souza, 1119, na Aclimação

95. Passar a noite de sábado na Vila Olímpia, cujos bares e boates reúnem a maior concetração de mauricinhos e patricinhas da capital paulista 

96. Presenciar um jogo do Juventus no estádio da rua Javari, na Mooca

97. Visitar o Hotel Normandie, na av. Ipiranga, 1187, no Centro, e aproveitar para bebericar alguma coisa no bar (http://www.bdh.com.br/hoteis/normandie/indexp.htm)

98. Aproveitar a tranqüilidade do Parque Siqueira Campos, mais conhecido como Trianon, um pedacinho de Mata Atlântica em plena Avenida Paulista

99. Pegar o trenzinho histórico que parte da estação da Luz, na Pça. da Luz, rumo a Paranapiacaba 

100. Dançar bastante no after hours do Susi in Transe, que começa às 8h da manhã. Fica na rua Vitória, 810, centro

101. Se acabar com o samba rock do Green Express, na Avenida Rio Branco, 90, centro. Ainda dá para comprar ótimos vinis no local

102. Percorrer a via-sacra paulistana, na avenida Nazareth, Ipiranga, abarrotada de que igrejas e colégios católicos

103. Observar o pessoal que faz bungee jump/rapel no viaduto da Avenida Doutor Arnaldo sobre a Avenida Sumaré 

104. Ir aos jardins do Museu do Ipiranga, na av. Nazaré, s/n, e fazer de conta que está no Jardim de Luxemburgo, em Paris

105. Conhecer a trilha das boates baixo nível e o caos arquitetônico da Amaral Gurgel, bem embaixo do Minhocão 

106. Conhecer o prédio do iG, na rua Amauri, 299, no Itaim

107. Andar de bicicleta por bairros mais tranqüilos e arborizados, como o Alto da Lapa ou o Jardim Europa

108. Mergulhar no mar de flores do Ceagesp, na rua Gastão Vidigal, 1946, de preferência na sexta-feira de manhã, quando os preços são bem mais em conta do que no sábado e o movimento, um pouco menor  (http://www.ceagesp.com.br

109. Dar uma voltinha pelo Parque Burle Marx, na av. Dona Helena Pereira de Morais, 200, no Morumbi

110. Em qualquer passeio de metrô, fazer uma parada estratégica na estação República do metrô para observar os painéis de Antônio Peticov 

111. E já que o assunto é metrô, a estação Sumaré também vale uma visita, pela vista e também pelos painéis de Alex Fleming

112. Fazer um tour histórico pela Ladeira da Memória, que fica na saída da rua Xavier de Toledo da estação Anhangabaú do metrô, e que abriga o primeiro monumento público de São Paulo: um obelisco em forma de pirâmide erguido em 1814 

113. Conhecer os casarões de Campos Elíseos, na região central - e perceber que, mesmo abandonados e transformados em cortiços, ainda conseguem conservar parte de sua beleza

114. Ficar boquiaberto com os contrastes do Jardim Ângela - que concentra, de um lado, mansões que abrigam parte da nata da sociedade da zona Sul e, do outro, a área considerada a mais violenta da capital paulista 

115. Curtir o visual do alto do Terraço Itália (av. Ipiranga, 344, 41º e 42º andar) durante um jantar incrementado com baixelas de prata


116. Aproveitar o clima de praia da represa de Guarapiranga, na zona Sul 

117. Encontrar toda a sorte de folhas milagrosas, utilizadas nos mais variados tipos de chás medicinais, no Largo da Batata, em Pinheiros 

118. Ir até o Mirante da Lapa e conferir um visual cinematográfico deitado no gramado 

119. Visitar o jardim que fica no alto do prédio do Banespa da Praça do Patriarca, no centro da cidade. A entrada é gratuita, e o local está aberto para visitação de segunda à sexta, das 10h às 17h. 

120. Visitar todas as lojas da Galeria do Rock, na rua 24 de Maio, 62, e aproveitar a viagem para conhecer a galeria vizinha e comprar todos os CDs importados que o seu bolso deixar 

121. Comprar coisas absurdas na Galeria Ouro Fino, na rua Augusta, 2690 e, se for o caso, aproveitar para investir em uma tatuagem ou em um piercing

122. Garimpar úteis-fúteis no Promocenter da rua Augusta com a Luís Coelho
(http://www.promocenter.com.br)

123. Comprar flores no Largo do Arouche

124. Se entregar a um dia de consumo selvagem no circuito José Paulino, 25 de Março e ladeira Porto Geral 

125. Conferir o sortimento high-tech e as baciadas da Galeria Pajé, na rua 25 de Março 

126. Comprar revistas na banca da avenida São Luiz com a Ipiranga

127. Vasculhar o acervo de CDs da Pop´s Music, na rua Teodoro Sampaio, 763, loja 4 

128. Conferir o acervo do Sebo Messias, o mais tradicional da cidade, com seus corredores estreitos e toda a sorte de relíquias. Fica no centro da cidade, na praça João Mendes, 166 (http://www.terravista.pt/enseada/4538)

129. Divertir-se com os contrastes da Loja de Velas Santa Rita, na Praça da Liberdade, 248, que, de um lado, oferece santinhos católicos e, do outro, os ícones máximos do candomblé (http://www.srita.com.br)

130. Conferir as novidades do Sex Shop Ponto G, na rua Amaral Gurgel, 206. Telefone: (11) 223 3011

131. Conferir o universo eletrônico da rua Santa Ifigênia e aproveitar o passeio para encontrar tudo, tudo mesmo, no quesito eletrônicos 

132. Encararar, com um sorriso nos lábios, as promoções imperdíveis do Shopping D, na av. Cruzeiro do Sul, 1100

133. Pechinchar correntinhas, anéis e pulseiras na rua do Ouro, também conhecida como rua Barão de Paranapiacaba, no centro da cidade

134. Fazer o circuito das lojas de decoração da al. Gabriel Monteiro da Silva

135. Ir até a rua das Noivas, ou rua São Caetano, e encontrar tudo sobre o tema 

136. Passar a tarde ouvindo CDs e folheando livros na gigantesca Fnac de Pinheiros. Fica na Avenida Pedroso de Moraes, 858. Telefone: (11) 3097 0022

137. Garimpar roupas das melhores grifes do brechó Trash Chic. Fica na Rua Carlos de Carvalho, 95, Itaim. Telefone: (11) 3167 4331 

138. Comprar bijuterias e objetos de decoração na feira hippie da Praça da República, que acontece todos os domingos

139. Abastecer-se de produtos importados na Casa Santa Luzia, o supermercado mais chique da cidade. Fica na Alameda Lorena, 1471, Jardins. O telefone é (11) 3088 0663 (http://www.santaluzia.com.br) 

140. Subir até a sobreloja do número 176 da Rua Sete de Abril, no centro.Lá estão diversas lojas especializadas em vinis. Ótima pedida para encontrar aquela raridade

141. Fazer o circuito das lojas de decoração da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, no Jardim Europa

142. Passear pelas três unidades da Livraria Cultura no Conjunto Nacional. Fica na Avenida Paulista, 2073 

143. Conferir o estilo art nouveau do Teatro São Pedro, na rua Barra Funda, 171

144. Deslumbrar-se com a arquitetura gótica do prédio que abriga a Santa Casa desde 1886. Fica na rua Cesário Motta Júnior, 112, na Vila Buarque 

145. Se arrepiar ao avistar o prédio art deco da Secretaria de Esportes e Turismo, na Praça Antônio Prado, nº 9, próximo à rua São Bento, no centro. 

146. Analisar a arquitetura kitsch do Motel Faraós, na entrada da Via Anchieta, enquanto curte uma noite, no mínimo, bizarra

147. Incorporar um caça-vampiros antes de visitar os túmulos grã-finos do Cemitério da Consolação 

148. Percorrer a av. Ipiranga para ter a vista mais incrível do histórico Edifício Copan, assinado por Oscar Niemeyer

149. Conhecer um dos mais famosos verticais da cidade, o edifício Treme-Treme, na Rua Paim, Bela Vista

150. Conferir a arquitetura art noveau do Colégio Santa Inês, na Rua Três Rios, 362, no Bom Retiro 

151. Visitar o mirante do prédio do Banespa, um dos cartões postais mais populares de São Paulo, na rua João Bricola, 24 

152. Surpreender-se com o vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo - Assis Chateaubriand), na avenida Paulista, 1578(http://www.masp.art.br

153. Conhecer o mórbido prédio do Dops, vizinho à Estação Julio Prestes, agora transformado em Centro Cultural. Fica no Largo General Osório, 66 

154. Percorrer, a pé, a trilha das mansões das arborizadas ruas do Jardim América, um dos bairros residenciais mais charmosos da zona Sul de São Paulo 

155. Dar uma espiada na casa de Armando Álvares Penteado, na rua Maranhão, 86, uma das construções mais refinadas da cidade a seguir o estilo art noveau. Atualmente a casa abriga as turmas de pós-graduação da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)


156. Visitar o magnífico palacete da Vila Itororó, hoje transformado em cortiço. O acesso é feito pela rua Martiniano de Carvalho, na Bela Vista

157. Conhecer o Pátio do Colégio, no centro da cidade, onde tudo começou 

158. Fazer o circuito dos prédios estilosos do bairro de Higienópolis, entre as ruas Piauí e Aracaju - os Edifícios Piauí, Bretagne e Cinderela

159. Não perder de vista o Edifício Santa Elisa em um passeio pelo Largo do Arouche 

160. Ter o prazer de conhecer uma autêntica vila napolitana na rua Vitorino Camilo, no coração da Barra Funda

161. Conferir a exuberância da cúpula da Igreja Ortodoxa, ao lado do Metrô Paraíso 

162. Tentar descobrir, em um passeio a pé, se os arranha-céus da Avenida Paulista são bonitos ou horrorosos

163. Conferir o chic da Igreja Nossa Senhora do Brasil, na esquina da rua Colômbia com a avenida Brasil 

164. Escalar o Pico do Jaraguá para espiar o visual lá de cima

165. 'Babar' com a arquitetura anos 50 da casa que, dizem, já pertenceu a Sílvio Santos, na rua Professor Fonseca Rodrigues, no Alto de Pinheiros, dona de um dos layouts mais atraentes da área 

166. Observar o projeto bizarro da Casa Bola, na rua Amauri

167. Conhecer a faculdade de Direito do Largo São Francisco

168. Tomar um café no saguão do Aeroporto de Congonhas e, enquanto espera o seu vôo, apreciar os detalhes da arquitetura dos anos 50 da construção 

169. Tirar uma foto do Edifício Esther, na Praça da República (tombado pelo Condephaat) e do Edifício Viadutos (com arquitetura típica dos anos 50), no final da av. São Luís

170. Visitar o Palácio das Indústrias, sede da Prefeitura, logo ao lado do Parque Dom Pedro II

171. Conhecer o Palácio dos Campos Elísios, que foi sede do governo do Estado. Fica na avenida Rio Branco, 1269

172. Visitar o Edifício Parque das Hortênsias, na av. Angélica, ícone dos anos 50! 

173. Visitar o Prédio da Bienal, no Ibirapuera, de preferência em um dia de evento (http://www.uol.com.br/bienal/24bienal/fundacao.htm)

174. Ir até a sinagoga Beth-el, na rua Martinho Prado, 175 

175. Surpreender-se como o tamanho e a arquitetura impressionante do Tribunal de Justiça, ao lado da Catedral da Sé

176. Descer a famosa escadaria da rua Cristiano Vianna, no bairro de Pinheiros, que desemboca na rua Cardeal Arcoverde 

177. Entrar no pátio entre os prédios antigos da PUC (Pontifícia Universidade Católica), na rua Monte Alegre, em Perdizes, para se entregar ao ócio enquanto observa cada um dos detalhes de sua arquitetura 

178. Percorrer as lojas do Shopping Light, no Viaduto do Chá 

179. Visitar o Solar da Marquesa, ao lado do Pátio do Colégio, para ver um pouco da arquitetura colonial, típica de cidades históricas como Parati 

180. Circular pelo jardim interno da Universidade São Marcos, que lembra um claustro, na avenida Nazareth, Ipiranga 

181. Atravessar o viaduto Santa Ifigênia, agora livre dos camelôs

182. Descer na estação Santa Cruz do metrô só para observar os traços de dois dos colégios que fizeram sucessos nos anos dourados: o Arquidiocesano e o Madre Cabrini 

183. Em um passeio pelo bairro de Perdizes, fazer paradas estratégicas no portão do Colégio Batista, na rua Dr. Homem de Mello, em Perdizes, um dos mais tradicionais da cidade, e na capela do colégio São Domingos 

184. Se estiver passando pela rua General Olímpio da Silveira, nas imediações do minhocão, dar um pulo no Castelinho, umas das 'pérolas' arquitetônicas da cidade que, vira-e-mexe, é invadida pelos sem-teto 

185. Visitar o tradicional Colégio Sion, na avenida Higienópolis, 983

186. Conhecer o Memorial da América Latina, projetado por Oscar Niemeyer. A construção foi erguida em 1989 e não caiu até hoje nas graças dos paulistanos - que a consideram pouco convidativa . Fica em frente à estação Barra Funda do metrô

187. Observar a trilha de palacetes da década de 30 no bairro do Ipiranga, na rua Bom Pastor 

188. Ir até a Vila Economisadora (com 's' mesmo), na rua São Caetano, para conferir como viviam os operários no início do século XX

189. Ir até o prédio do TRT, na Barra Funda, e verificar até onde a corrupção tem relação direta com a arquitetura

190. Surpreender-se com a atmosfera pós-moderna dos edifícios da Avenida Luís Carlos Berrini, no Brooklin 

191. Fazer seus pedidos ao santo das soluções imediatas na Igreja de Santo Expedito, na rua Jorge Miranda, 264, perto da estação Tiradentes do metrô 

192. Admirar a extravagância do Instituto Tomie Ohtake, na Avenida Faria Lima, 201, em Pinheiros 

193. Rir um pouco com a estátua totalmente desproporcional de Duque de Caxias (incrivelmente assinada por Victor Brecheret) plantada na avenida Rio Branco 

194. Encantar-se com a fachada do Teatro Cultura Artística (http://www.culturaartistica.com.br), que ostenta um imenso painel de Cândido Portinari. Fica na rua Nestor Pestana, 196, centro 

195. Tirar muitas fotos da Catedral da Sé, que recentemente foi restaurada

196. Conferir a imensidão do Vale do Anhangabau de cima do Viaduto do Chá 

197. Visitar o prédio histórico dos Correios, no vale do Anhangabaú (hoje é um Centro Cultural) 

198. Posar para uma foto em frente ao Monumento às Bandeiras - também conhecido como 'Deixa que eu empurro' - de Victor Brecheret, em frente ao parque do Ibirapuera 

199. Curtir um dos cenários mais realistas da vida em São Paulo: o emaranhado de prédios que se vê a partir do bairro da Bela Vista

200. Visitar a Casa das Retortas, próximo à sede da prefeitura, onde funciona parte da administração municipal. No passado, o local foi um importante centro cultural. Fica na Rua das Figueiras, 77.

201. Visitar a residência modernista do arquiteto Jayme Fonseca Rodrigues na Rua Ceará. A casa foi restaurada no final dos anos 90.


202. Ir visitar o parque São Jorge, e conferir a exuberância do grande Timão na rua São Jorge nº77, Tatuapé. Telefone:(11) 4330-7070


203. Deliciar-se com os irresistíveis sorvetes da Häagen Dasz. A loja mais charmosa da rede fica na rua Oscar Freire, 900, Jardins. Telefone: (11) 3062 1099


 


 

 

 


 

 


 


COLABORAÇÃO DO COMPANHEIRO DEDÉ GOMES:

Um famoso repórter de televisão estava no Uzbequistão, no meio de uma grande reportagem que falava sobre os costumes do local. De repente, ele se deparou com um velhinho sábio, e logo começou a entrevistá-lo:

- O senhor poderia me contar um fato de sua vida que tenha sido muito marcante ?

- Um dia, há muito tempo, minha cabra se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da cabra. Quando finalmente a encontramos, já de madrugada, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos transaram com a cabra, um por um. Foi uma cena inesquecível !...

- Meu senhor, sinto dize-lhe que a emissora dificilmente levará ao ar essa declaração, então eu sugiro que o senhor conte uma outra história... Quem sabe uma história bem feliz...

- Ok, também já vivi uma história muito feliz aqui...

Um dia, a mulher do meu vizinho se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e sair à procura da mulher. Quando finalmente a encontramos, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos os homens da cidade transaram com a boazuda. Foi o dia mais divertido da minha vida !...

- Ok, vamos tentar mais uma vez - diz o repórter já preocupado. - Será que o senhor não poderia nos contar uma história muito, muito triste ?

Então o velho homem baixou a cabeça e, com os olhos cheios de lágrimas, começou:

- Um dia, eu me perdi na montanha...


 

Jornalista é proibido de comparar candidatos

por Daniel Roncaglia

 

A temporada de decisões da Justiça Eleitoral que cerceam a imprensa termina com uma inusitada liminar vinda de Santarém (PA). A juíza Betânia Figueiredo Pessoa, da 20ª Zona Eleitoral da cidade, não decidiu sobre o que um jornalista pode publicar, mas sobre como ele deve escrever suas notícias. A juíza proibiu o jornalista Jeso Carneiro de comparar no seu blog a atual prefeita Maria do Carmo (PT) com o deputado e ex-prefeito Lira Maia (DEM). Os dois disputarão a prefeitura este ano. O mesmo limite vale para os partidos.

 

A juíza deu sua decisão em ação ajuizada pelo DEM contra o Blog do Jeso. Betânia não viu, nos posts bem como nas reportagens que o jornalista escreve para o Gazeta de Santarém, algo que se configure propaganda negativa. "Porém não há que se admitir comparação do ex-gestor com a atual prefeita, pois ai sim há um indicativo de parcialidade que deve ser evitado na imprensa por questões éticas e por vedação da Lei Eleitoral", anotou a juíza.

 

Segundo Betânia, não se está proibindo que o jornalista critique ou que noticie fato desfavorável. Até a decisão de mérito, Carneiro deve apenas se abster de "fazer comparações entre a atual gestão e as anteriores bem como aos partidos a que são filiados, enaltecendo a atual gestora ou seu partido ou depreciando o ex-gestor ou seu partido." A multa diária é de R$ 10 mil.

 

A decisão liminar baseia-se na Lei das Eleições e na Resolução 22.718/08. A juíza lembra que as normas, entre outras coisas, proíbem a propaganda eleitoral antes deste domingo (6/7).

 

A juíza despachou a liminar no dia 25 de junho, um dia antes de o Tribunal Superior Eleitoral alterar a resolução afirmando que a imprensa não pode ser punida por entrevistar candidatos. A mudança ocorreu depois da grita da opinião pública porque órgãos como a Folha de S.Paulo e Veja São Paulo foram multados por publicar entrevistas de candidatos.

 

Comparsas

 

Jeso Caneiro entende que a proibição foi determinada porque ele publicou textos sobre a Ação Penal que o deputado responde no Supremo Tribunal Federal. "Acho que eu não posso mais falar das ações", explica. A última nota que publicou sobre o assunto tinha o seguinte título: Comparsas de Lira Maia serão interrogados dia 3.

 

Na petição, o DEM afirma que o jornalista é conhecido por ser "adversário feroz" do ex-prefeito. Para o partido, ele não deve publicar durante todo o processo eleitoral qualquer opinião favorável ou contra a qualquer candidato. Se o processo for julgado procedente, o DEM pede que o blog seja multado em R$ 53 mil.

 

Em nota no blog, o jornalista afirma que, mesmo sendo paradoxal, "sente-se feliz por protagonizar mais um embate jurídico. São quase 5 em pouco mais de 3 anos de existência. Sinal claro que esse espaço não desviou de sua rota pré-estabelecida: incomodar os poderosos de plantão".

 

Revista Consultor Jurídico, 6 de julho de 2008

 

Sobre o autor

 Daniel Roncaglia: é repórter da revista Consultor Jurídico.

 


A BATIDA DA VIOLA ACABOU

NO RÁDIO INTERIORANO

 

Os mais saudosistas se lembram com carinho das viagens pelo interior do Estado ou por outros estados e até a imagem é clara: sair nas primeiras horas da manhã pelas estradas e “corujar” as emissoras de rádio conforme se ia vencendo os quilômetros. Bons noticiários, boas músicas (sertanejas ou populares), bons programas com ouvintes participando por telefone, sorteios, programas esportivos e tanta coisa rolava pelo “dial” interiorano. A situação atual é bem diferente: além de cair em verdadeiras armadilhas do asfalto esburacado e abandonado, de cada dez emissoras sintonizadas, nove trazem mensagens bíblicas das igrejas que se espalharam pelo país. Pastores gritando, populares contando seus dramas, músicas que falam em “salvador” e naturalmente os apelos para as doações com a divulgação das respectivas contas bancárias. Uma ou outra emissora você consegue ouvir com a tradicional grade.

E não pense que estamos falando de “rincões inóspitos”. Falamos de grandes centros como Caxias do Sul (RS), Criciúma, Blumenau e Florianópolis (SC). As grandes redes tem os seus representantes (CBN e Band) que procuram manter uma programação semelhante às das sedes em São Paulo e Rio de Janeiro. Mas é pouco sol para a inundação de rádios religiosas, na sua grande maioria arrendadas por políticos donos das concessões. O que não estaria pensando Roquete Pinto se percorresse 500 quilômetros de nossas estradas interioranas? Naturalmente seria impublicável. A grande maioria está nas emissoras em AM, mas nas FMs o drama é maior: quando não traz na sua programação os pastores pregando, vem recheada de “sucessos” internacionais. O som sertanejo, batida certeira da viola, esse está morrendo nas mãos de pagodeiros, hip-hops e outros ritmos de qualidade duvidosa. Seria hora de uma tomada de posição firme do Ministério das Comunicações e da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio. As empresas que serviam de celeiro para os grandes profissionais já não desenvolvem esse trabalho. Até porque, o rádio pode ser feito com um computador, uma antena e programação on-line durante 24 horas.

Também são raros os espaços para a criação publicitária com jingles e spots que revelaram grandes talentos para os maiores centros. Entretenimento, Cultura e Informação, preceitos básicos do “radialismo”, estão relegadas nos arquivos das emissoras (quando existem). A estrada, o sol nascendo, o cheiro do café que vem do sítio e o rádinho tocando a viola, isso já não existe mais.

 

José Nello Marques

Rádio Bandeirantes

Rádio USP

Coordenador de comunicação social das Faculdades Integradas Torricelli, de Guarulhos

A poesia de Rui Barbosa, transcrita a seguir,

poderia ter sido escrita hoje, sem mudar uma palavra...

(Rui Barbosa deixou de ser senador em 1892 e faleceu em 1923.)

 

SINTO VERGONHA DE MIM

 

Sinto vergonha de mim

por ter sido educador de parte desse povo,

por ter batalhado sempre pela justiça,

por compactuar com a honestidade,

por primar pela verdade

e por ver este povo já chamado varonil

enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim

por ter feito parte de uma era

que lutou pela democracia,

 

 

pela liberdade de ser

e ter que entregar aos meus filhos,

simples e abominavelmente,

a derrota das virtudes pelos vícios,

a ausência da sensatez

no julgamento da verdade,

a negligência com a família,

célula-Mater da sociedade,

a demasiada preocupação

com o 'eu' feliz a qualquer custo,

buscando a tal 'felicidade'

em caminhos eivados de desrespeito

para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim

pela passividade em ouvir,

sem despejar meu verbo,

a tantas desculpas ditadas

pelo orgulho e vaidade,

 

a tanta falta de humildade

para reconhecer um erro cometido,

a tantos 'floreios' para justificar

atos criminosos,

a tanta relutância

em esquecer a antiga posição

de sempre 'contestar',

voltar atrás

e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim

pois faço parte de um povo que não reconheço,

enveredando por caminhos

que não quero percorrer...

Tenho vergonha da minha impotência,

da minha falta de garra,

das minhas desilusões

e do meu cansaço.

Não tenho para onde ir

pois amo este meu chão,

vibro ao ouvir meu Hino

e jamais usei a minha Bandeira

para enxugar o meu suor

ou enrolar meu corpo

na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,

tenho tanta pena de ti,

povo brasileiro!

'De tanto ver triunfar as nulidades,

de tanto ver prosperar a desonra,

de tanto ver crescer a injustiça,

de tanto ver agigantarem- se os poderes

nas mãos dos maus,

o homem chega a desanimar da virtude,

A rir-se da honra,

a ter vergonha de ser honesto'

 

                      Rui Barbosa


 

COLABORAÇÃO DOS COMPANHEIROS PALMEIRENSES COMANDADOS POR NIVALDO NOCELLI, COM DEDIÇÃO ESPECIAL A PEDRO LUIZ RONCO:


23/6/2008 - 8:30 HORAS

Amigos, inimigos e indiferentes: Vale a pena conferir em COLUNISTAS o artigo que escreve para este site o dr. Maurício Souza Lima, hebiatra que está comigo todas as terças feiras no Manhã Bandeirantes. Responsabilidades e irresponsabilidades dos dois lados.



A década de 1940 foi determinante para os rumos que a radiofonia brasileira tomaria nos anos seguintes. Depois de um período de grandes noticiários (Grande Jornal Falado Tupi), surgia um pequeno noticiário de 3 minutos que viria a ser o divisor de águas na linguagem radiofônica. Era o “Repórter Esso”, com suas frases curtas e diretas, resumindo o noticiário num tempo em que a vida não era tão corrida como atualmente. E tinha um diferencial: Era bancado por uma grande empresa (Esso). Não cabe nesse espaço discutir a ideologia do conteúdo que vinha nos programetes apresentados pela voz marcante de Heron Domingues. Vale lembrar que era uma multinacional bancando tudo aquilo. Nas décadas seguintes muitas emissoras adotaram a mesma sistemática, entregando uma boa fatia das suas programações para empresas. O Mappin Movietone marcou época nas TVs Paulista e Record, com apresentação de Antonio Del Fiol. Depois de décadas de ouro (a partir dos anos 70) com um jornalismo ativo, nacional e vanguardista, entramos na decadência comercial com a enorme boca da televisão comendo a maior fatia no bolo publicitário. A tecnologia ajudou a eliminar diversos postos na escala de produção e as emissoras foram enxugando seus quadros. Muitas foram absorvidas por grandes organizações e outras se transformaram em meras retransmissoras. Agora, uma nova onda toma conta das emissoras de rádio, lembrando um pouco o conceito Esso e Mappin Movietone. São aquelas bancadas por empresas, recebendo o título do produto: Sul América, Mitsubish e Oi já assinam prefixos. Bradesdco, Vivo e Claro já manifestaram interesse. Um lance de marketing que vem mostrando resultados positivos, principalmente quando a parceria envolve prestação de serviço. É o caso do nicho preenchido pela Sul América Trânsito – uma seguradora falando diretamente com seus potencias clientes através da informação sobre o “terrível” trânsito paulistano.

Para os profissionais trata-se da salvação da lavoura radiofônica. É a certeza do trabalho mantido e salário garantido no final do mês com o aporte do patrocinador. Em alguns casos, fica a dúvida sobre a independência editorial. Assim como o Repórter Esso jamais noticiaria uma fragorosa derrota aliada na segunda guerra mundial, ou diria que o combustível da Texaco era o melhor do mercado, dificilmente ouviremos uma contundente crítica ao sistema operacional da Oi na sua emissora, ou que o “chip” da Tim é melhor. Assim como será no mínimo constrangedor colocar no ar, pela rádio Bradesco, um ouvinte se esguelando contra as taxas cobradas pelo Banco. Mesmo com essa ressalva, a alternativa é muito mais honesta e competente do que os arrendamentos para uma programação arrecadadora em nome de Deus. Uma ótima saída para o rádio, que sempre foi tratado como “patinho feio” nas verbas da publicidade.


19/6/2008 - 18:00

ENVIADA PELO INTERNAUTA OSWALDO DOS SANTOS, MOSTRANDO O AEROPORTO SUSPENSO NA ILHA DA MADEIRA. O SANTOS DUMONT, NO RIO DE JANEIRO PODERIA SER ASSIM. SE EM PORTUGAL DÁ...


Na semana dos 100 anos da imigração japonesa, um exemplo de sofrimento, vida e recuperação.Uma das bombas atômicas lançadas no Japão caiu em Hirochima, com milhares de mortos e feridos. Abaixo, você vê a diferença 60 anos depois.

Hirochima em 2008. Parabéns povo amigo do Japão

18/6/2008 - 7:30 hs

A caminho do trabalho para mais uma jornada de notícias, e-mails, internet, microfone, pautas, etc... ligo o rádio e começo a procurar no dial alguma coisa que chame a atenção em matéria de notícia. Uma procura inútil. Todas são iguais, na forma e na essência. A declaração do ministro Jobim se desculpando com os parentes dos assassinados na Mineira, os analistas de mercado financeiro, a alta da inflação, as testemunhas de acusação dos Nardoni, tudo a mesma coisa. É claro que precisamos de um rádio veloz, manchetado, acompanhando o globo. E temos feito isso com maestria. Grandes locutores ainda sobrevivem nos notíciários narrados com fundo musical nervoso, principalmente nas manhãs, a caminho do trabalho ou da escola. Mas sinto falta de textos produzidos por Garini, Curado, Alves de Faria e tantos outros, anunciando a matéria. Era uma verdadeira aula de jornalismo radiofônico. A sonora não tinha apenas "cabeça", jargão usado para encobrir a falta de criatividade ou a falta de espaço no mundo louco da notícia, onde as desgraças naturais ou produzidas pelo homem não param de acontecer.(?)  Mas será que o ouvinte não se interessaria por um texto bem feito, sem qualquer viés político, cultural ou social, apenas que apresentasse a sonora ? Será o fim dos redatores ? Caminhos para o mundo povoado de fazedores de cabeça ? A sucessão de fatos e a necessidade de aproveitamento total do tempo também nos leva a limitações de edições. Às vezes, sonoras importantes são cortadas em nome do tempo e ritmo. Interessante é que nas grandes cidades como São Paulo, o ritmo é lento no trânsito, com tempo para sorver comentários. Nostalgia? Não. Apenas saudade de Vicente Leporace com seu trabuco, as grandes discussões provocadas por Ney Gonçalves Dias ao Barão Fitipaldi, de um comentário de Joseval Peixoto ou das cartas de Salomão Esper. Do outro lado do "dial", os programas populares também são parecidos.E quando tentamos o rádio FM, a constatação da mediocridade explícita com uma programação repetitiva e "deseducadora" permeando a cabeça dos nossos jovens baladeiros e raveiros. Também não ha mais espaço nas grandes emissoras para as chamadas "músicas eternas". As programações musicais são lineares e o conteúdo melódico e letrista de chorar. Já que estamos falando em saudade e falta de qualidade, o que estaria pensando neste momento Roquete Pinto, que sempre pregou "informação, entretenimento e cultura" no rádio? Se pudesse mandar um e-mail ao Roquete, diria simplesmente para ele não desanimar - ainda nem falamos das religiosas, evangélicas e piratas....

POR FALAR EM MUNDO LOUCO, TÁ A FIM DESSE RESTAURANTE NO JAPÃO?



E DEPOIS A FACULDADE É RUIM...


15/6/2008 - 15:00

PEQUENA DITADURA 1

O domingo começou com sol e termina ameaçador com chuva.No prédio da UNIP na Vergueiro, o domingo começou terrorista e terminou  em revolta. "Dona" OAB realizou a prova da segunda fase e naturalmente as reclamações foram muitas: perguntas longas, dúbias, pegadinhas. Interessante é que a OAB culpa apenas as escolas pelos repetentes dos seus arrecadadores exames. Quem dá aula para aluno de Direito é arquiteto? Porque é que a OAB não fica indignada com magistrados, promotores e advogados que são os mestres das faculdades?

PEQUENA DITADURA 2

Não bastasse o nervosismo de candidatos e a ansiedade de parentes, eis que surge a "brilhante" equipe a da Rocam (dois soldados da PM) comsuas reluzentes motos. Descem os dois paladinos da Polícia Ostensiva, sacam seus caderninhos e começam a anotar as placas dos carros que paravam em fila dupla na Vergueiro, para apanhar seus filhos e as malas "jumbo" que carregavam o escritório ambulante para a prova. Nenhum esquema preventivo da CET, nenhuma orientação dos bravos vigilantes da Rocam. Por ordem do comandante Sidini ou Sidnei, do 11o. batalhatão da PM, o negócio era multar. Entrei no ar na Rádio Bandeirantes, denunciando o excesso e perguntando: acabaram os roubos, os furtos, os fios levados dos túneis e os bandidos??? Ou é mais fácil usar PM armado para multar em fila dupla carro que foi buscar o filho no exame da OAB?

SYLVIO MICELLI ESCREVE

Momento de Decisão: Ação do diploma está na pauta do Supremo Tribunal Federal

Já está na pauta do Supremo Tribunal Federal o recurso extraordinário sobre
a exigência do diploma de formação universitária específica para o exercício
profissional do Jornalismo. A FENAJ considera que o momento é decisivo para
a categoria. Por isso desencadeará nova e ampla mobilização em defesa dos
interesses dos jornalistas.

A Executiva e a Coordenação Nacional da campanha em defesa do diploma
reuniram-se em telereunião nesta quarta-feira (11/06). Foi definido um plano
de Mobilização a ser implementado nos próximos dias. A idéia é envolver os
Sindicatos da categoria, cursos de Jornalismo, entidades da área, movimentos
sociais e todo o apoio material e político possíveis para sensibilizar o
STF.

Para o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, o questionamento da
exigência do diploma para o exercício do jornalismo revela "o inequívoco
interesse empresarial em derrubar tal exigência como elemento central de
desregulamentação da profissão". Murillo considera, no entanto, que uma
ampla movimentação da categoria neste momento será determinante.

Na próxima semana ,o advogado que defende o Sindicato dos Jornalistas de São
Paulo e a FENAJ nesta ação, João Roberto Piza Fontes, entregará um memorial
sobre esta questão aos ministros do STF.

13/6/2008

COMO SALVAR UMA LAVOURA

Depois da rádio Sul América transito e Rádio Mitsubishi (antiga Scala), do grupo Bandeirantes, agora mais uma empresa anuncia parceria (arrendamento):  Oi acaba de fechar contrato com a Rádio Atual e vai competir no mercado classe especial, com Eldorado. Outro anúncio que pode ser feito a qualquer momento é do Bradesco Prime com algum prefixo. Salvação da lavoura radiofônica.

SEXTA 13 NA RÁDIO USP

Daqui a pouco, às 5 da tarde, começa o USP Notícias e vou colocar o telefone à disposição do ouvinte com a seguinte pergunta: qual é a sua superstição?

Para participar, telefone 3091-4220


ENVIADA POR OUVINTES INTERNAUTAS


12/6/2008 - 14 HORAS

MENSAGENS CORINTIANAS (ALGUMAS)

CORÍNTHIANS CAMPEÃO EM 2.090  a partida será contra o SPORT CLUB SATURNO no Planeta MARTE, os arbitros: o principal será o Sr. SPOK, os auxiliares serão o capitão KIRK e o Dr. Mackoy o quarto árbitro será o filho do E.T. O Corinhtians, que também é SPORT (Sport Club Contínthians) vencerá o seu xará por um a zero aos 49 do segundo tempo, a comemoração com muito 'chopes' será no seu estádio novinho construido em Venus em 2.089.

 Palmeirense Eduardo Zago

Quiropraxista

Parabeniza os Heróis do SPORT ah sim, o Sport de Pernambuco .

 

Zé :

Assim não dá, tenho um amigo que mora em Madri e por lá esta circulando que o Luxemburgo já acertou com o Lion e Valdivia esta certo com Barcelona.

 E ai?

Cláudio

 

Boa noite,parabens pelo seu blog e tambem pelo seu programa na Radio Bandeirantes,ouço todo dia e gosto muito dos comentariosq voce faz.Continue assim, que é isso q falta no meio da imprensa

ate mais

Michel Antonio da Costa

10/06/2008 - 8:00 HORAS

Mais um espaço no site - GARÇA NEWS, notícias da terra querida. Para começar, os preparativos da grande festa do dia 28, dos GARCENSES AUSENTES. Mande sua foto.

E mande notícias do que acontece no dia-a-dia da "Metrópole"

FAMÍLIA MUDA-SE:


8/6/2008 - 18:00 HS

Que bela "napa" tem esse polonês Kubica. Se jogar contra Acosta, do Corintians,

pode das perda total em choque frontal.

E se os dois forem entrevistados por Luciano Huck, vai faltar ar no estúdio

Um dos campeões de rebatidas com a parte frontal do rosto, conhecida internacionalmente como NAPA. Também muito confundido com o goleiro Rogério Ceni, o apresentador global Luciano Huck desmente que queira reunir nos estúdios da Globo os "napeiros" Kubica, vencedor do GP do Canadá e o jogador Acosta, do Corintians.


Um dos primeiros problemas que o polonês Kubica teve que resolver quando chegou à Fórmula 1 foi a distância do volante para o rosto. Os engenheiros penaram para encontrar uma fórmula de "encaixar" o volume rapapesco. Decidiram então aumentar o vão entre os botões da direção e assim ele pode pilotar. Quando entra no carro, Kubica coloca primeiro o nariz e depois o resto do corpo.


A maior vantagem do jogador Acosta é chegar antes dos adversários quando a bola vem pelo alto. As desvantagens são ficar em impedimento mesmo com o corpo na mesma linha e arrumar uma caneca de boca larga para tomar um cafezinho, como mostra a foto ao lado

Hamilton, troféu "paspalho" da Fórmula 1.

Aqui um belo texto do ouvinte/internauta Mário Lopomo, lembrando os dois anos da morte de Fiori Gigliotti.

Fiori  Gigliotti, uma saudade

 

    Nem parece, mas já esta fazendo dois anos que Fiori Gigliotti viajou para o alem.  

Sim viajou. Ele não morreu. Os bons não morem, ficam sempre imortalizados nas mentes de tantos quantos o conheceu, conviveu, ou apenas ouviu sua, vos, empunhando um microfone. O microfone que ele, desde jovem gostava de ter desde quando estava em Lins, vindo de sua Barra Bonita. Aqui em São Paulo, a partir de 1952, já era um contratado por emissora de nome.

   Fiori era o tipo de sujeito bom, e por isso pensava que todos também eram. Quando de sua estada na chefia do departamento de esportes da radio bandeirantes, pensava sempre fazer o melhor para seus comandados, mas não sabia que pelas suas costas estavam alguns